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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Ganhar dinheiro com caracóis

Ganhar dinheiro com CARACÓIS.
Segundo algumas fontes, os caracóis comprados em Marrocos, conforme a quantidade e à procura e ainda à época, chegam à Portugal pelos valores entre, 0,75 aos 0,80 cêntimos de euro o quilograma (preço para importador).
Este valor é para grandes quantidades, estamos a falar de camiões carregados deles e também o preço mantêm-se enquanto houver excesso. Quando começa a ficar escasso, o caracol atinge os 0,90 aos 1,20 euros.
No s supermercados, o quilograma é vendido entre os 2,00 aos 3,00 euros o quilograma, enquanto no comércio paralelo, pessoas que os apanham e vendem aos cafés e restaurantes do comércio tradicional. É vendido por 2,00 a 2,50 euros o quilograma. O preço do caracol e a sua origem é que determinam o valor para estabelecer o preço.
Aqui no Vale de Santarém, a apanha do caracol no campo, vem engrossar os rendimentos das famílias, principalmente as de “etnias ciganas”, que chegam a limpar os campos.
O caracol “MARROQUINO” é o mais comercializado e proporciona fontes de rendimentos mais rápidas para os importadores, mas em termos de qualidade do produto, o caracol “RIBATEJANO” é o melhor e é mais saboroso devido o pastagens e a proximidade das oliveiras, que parece ter influência na sua carne.
Os negócios de importação e comercialização de caracóis, são uma grande fonte de rendimentos e ainda é um negócio em expansão.
Em Portugal são poucas as empresas que investiram neste mercado, mas para quem quer trabalhar com um produto de qualidade é uma óptima oportunidade de investimento.
O conselho é: Pesquisar o mercado, preços, formas de criar caracóis, venda do animal vivo, carne de caracol congelada, ovos ou ovas de caracóis, caracoletas, importação, técnicas, predadores, húmus, minhocas e já agora fazer um estudo mais aprofundado sobre esses pequenos mas resistentes “GASTRÓPODES”.
Calcula-se por alto e por especulação que durante o bom tempo do VERÂO, as importações atingem mais de 120 toneladas por semana, valor este somado por vários importadores.
Estes caracóis, vêm parar à explanada nos valores entre 3,00 aos 3,50 euros no RIBATEJO e cerca de 3,50 aos 4,00 euros nas zonas de praia, podendo até atingir 5,00 nas zonas com mais turismo. Estes pratos, andam na média de 300 gramas. Uma travessa maior pode chegar aos dez euros. No caso da caracoleta, o preço dispara para preços mínimos de 6,00 euros o pratinho.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Projecto Caracol


Imagem original: correiogourmand

Após concluir estes blogs e apresentar o meu projecto ao meu formador, simplesmente abandonei estes blogs. O tempo passou sem qualquer alteração, até que um dia comecei a ver à minha caixa do correio que já tinha mais de 2.500 mensagens, nas quais muitas eram de pessoas a me perguntarem sobre "CARACÓIS", sendo assim resolvi responder os "mails", com algum atraso e retomar a direcção do blog.


Antes de lerem: Quero avisar que eu não sou uma Empresa e estes blogs embora pareçam, não é real: A única coisa real aqui é os estudos e a facilidade com que se criam os caracóis. Este estudo deve-se ao meu trabalho de pesquisa e desenvolvimento nas diversas áreas do Marketing. (isto é um trabalho de Marketing).


Fico feliz por todos aqueles que leram o meu artigo e estudo sobre os caracóis, mas devo dizer que este blog é um duplo blog e têm ligação a outro blog através de uma imagem na lateral direita.


Este blog foi um trabalho desenvolvido na área de Marketing e no estudo de mercado. Foram, também pesquisadas e estudada formas de criação de caracóis em cativeiro.


Através de algumas práticas simples são possíveis desenvolver um óptimo negócio de subsistência com poucos custos e com reciclagem de materiais encontrados no lixo.


Quem quiser voar mais alto e investir à sério, têm que investir forte na pesquisa e na reprodução. É bom dizer que "os caracóis" são um negócio de baixo custo e promete um bom retorno, depende do terreno e da força de trabalho de cada um.


Embora estes “bichinhos” pareçam frágeis, não são: são muitos resistentes e quando comem, comem mesmo. Para a sua resistência é fundamental o calor do sol, pois o calor e a vida ao ar livre contribuem para a rigidez da sua casca e para o seu desenvolvimento.


Eles gostam de passarem o seu tempo agarrados a chapas de madeiras, plásticos rijos e materiais resistentes onde possam usufruir do calor do sol e ao mesmo tempo se protegerem do mesmo, É muito importante a humidade no local, eles gostam de hortaliças e alguns legumes e de mato em geral.



Veja também a continuação deste blog que é uma empresa fictícia, apenas para à conclusão das ideias.









Aqui nestes blogs encontram-se as ligações para Empresas produtoras, mas aviso já que são muito poucas e que a maioria dos caracóis consumidos no litoral português vem de Marrocos e não têm qualquer controle que garantam à qualidade dos mesmos.



Um abraço.