domingo, 17 de outubro de 2010

Product Policy

Product Policy


Building a snail farm

The snail business basically involves three different, but related
activities, that depend on each other:
Raising, processing and selling the snails, in that order.

That is, there would be three cost centres for the same

purpose.

- Firstly, the snail farm will be designed and built according to the predicted sale volumes.


- Secondly: the snail processing will not be expensive, but it
does have a high labour cost.

- Thirdly, the cost of selling and distributing snails.

We presume that the export revenue will be divided in three parts. If we decide to outsource the two final stages we will be getting a small

part of the selling price, which might not even cover the farming
costs.

Before starting up a snail farm, we have to decide if we are going to do it on

our own or if we will outsource some parts. We must know the exact cost of the snail processing, and the price the processing company would pay for our
snail products. When we know this, we can calculate the projected investment and profits.

Building a snail farm can be done with creativity and a “bit” of money,

but a snail processing plant has to follow the rules and policies of state
and sanitary authorities, requiring a lot of money and a bit of creativity.


You can choose to build installations to produce 1000 to 2000
kilograms a month. If increased production is necessary, then further


investment is required.



Getting 10 snail producers involved in a cooperative would
be a great solution. It would lobby the authorities for specific legislation
to improve the efficiency of the farms.

Buyers require a certain volume of snails at regular intervals.

But, do all buyers demand the same quantity? The answer can be found

through market research.
The cooperative would share processing, selling and distribution costs
between its members, improving profit margins for all.
Snail farms

For raising snails there are at least two types of snail farms. Open panels are the
oldest; they date back from Roman times, when they developed the production of
snails in open, fresh and sunny places like the walls of their houses.


Nowadays, this mechanism has been intensely modified into walls of 18 to 21 feet
tall with irrigation through aspersion, halls and shelters, with complementary plants
for their nutrition.

Other type of farms use closed panels that require the adaptation of a hermetic

place as a barn, which is conditioned with temperature and
humidity equipment.

This type of snail farm is the most preferred by professional snail farmers to ensure

the security and wellbeing of snails, which are fragile creatures that like to crawl
over different surfaces, therefore they get hard to find by the human eye.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Ganhar dinheiro com caracóis

Ganhar dinheiro com CARACÓIS.
Segundo algumas fontes, os caracóis comprados em Marrocos, conforme a quantidade e à procura e ainda à época, chegam à Portugal pelos valores entre, 0,75 aos 0,80 cêntimos de euro o quilograma (preço para importador).
Este valor é para grandes quantidades, estamos a falar de camiões carregados deles e também o preço mantêm-se enquanto houver excesso. Quando começa a ficar escasso, o caracol atinge os 0,90 aos 1,20 euros.
No s supermercados, o quilograma é vendido entre os 2,00 aos 3,00 euros o quilograma, enquanto no comércio paralelo, pessoas que os apanham e vendem aos cafés e restaurantes do comércio tradicional. É vendido por 2,00 a 2,50 euros o quilograma. O preço do caracol e a sua origem é que determinam o valor para estabelecer o preço.
Aqui no Vale de Santarém, a apanha do caracol no campo, vem engrossar os rendimentos das famílias, principalmente as de “etnias ciganas”, que chegam a limpar os campos.
O caracol “MARROQUINO” é o mais comercializado e proporciona fontes de rendimentos mais rápidas para os importadores, mas em termos de qualidade do produto, o caracol “RIBATEJANO” é o melhor e é mais saboroso devido o pastagens e a proximidade das oliveiras, que parece ter influência na sua carne.
Os negócios de importação e comercialização de caracóis, são uma grande fonte de rendimentos e ainda é um negócio em expansão.
Em Portugal são poucas as empresas que investiram neste mercado, mas para quem quer trabalhar com um produto de qualidade é uma óptima oportunidade de investimento.
O conselho é: Pesquisar o mercado, preços, formas de criar caracóis, venda do animal vivo, carne de caracol congelada, ovos ou ovas de caracóis, caracoletas, importação, técnicas, predadores, húmus, minhocas e já agora fazer um estudo mais aprofundado sobre esses pequenos mas resistentes “GASTRÓPODES”.
Calcula-se por alto e por especulação que durante o bom tempo do VERÂO, as importações atingem mais de 120 toneladas por semana, valor este somado por vários importadores.
Estes caracóis, vêm parar à explanada nos valores entre 3,00 aos 3,50 euros no RIBATEJO e cerca de 3,50 aos 4,00 euros nas zonas de praia, podendo até atingir 5,00 nas zonas com mais turismo. Estes pratos, andam na média de 300 gramas. Uma travessa maior pode chegar aos dez euros. No caso da caracoleta, o preço dispara para preços mínimos de 6,00 euros o pratinho.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O que come os caracóis

Imagem original: tomaradianteira.
O HELICICULTOR
O que os caracóis comem





Os caracóis são vegetarianos e comem muitos tipos de comida e restos, frutas, cascas, restos de alface, couves, casca de banana, batata-doce, restos de comidas sem sal assim como: arroz, feijão, tubérculos, pepinos e outras plantas e vegetais. Os caracóis evitam plantas com folhas peludas ou picos ou que produzem substâncias químicas tóxicas ou certas resinas.



Os caracóis jovens preferem folhas tenras e rebentos; eles consomem cerca do dobro de comida da dos caracóis adultos. À medida que ficam mais velhos, os caracóis adultos alimentam-se, cada vez mais, de detritos: folhas caídas, folhas velhas, fruta podre e húmus. Deve-se alimentar os caracóis mais velhos com a mesma comida que os mais novos. No caso de ser necessário alterar a dieta, os novos alimentos deverão ser introduzidos gradualmente.



Os caracóis necessitam de hidratos de carbono para a energia e proteína para o crescimento. Adicionalmente necessitam de cálcio (Ca) para as suas conchas, assim como doutros minerais e vitaminas. O calor do sol é importante para a consistência da concha.



A carne de caracol tem um teor baixo de fibras cruas e de gordura; por esta razão estes alimentos têm pouca importância na alimentação dos caracóis.



Existem pessoas que dão restos de comida aos caracóis e aos caranguejos, criam-nos nos quintais. Atenção aos temperos, sal e picantes, estes (bichos) não podem comer restos com tempero.

sábado, 25 de setembro de 2010

Negócios de caracóis.

negócios de caracóis

Negócios de caracóis.
À maior parte dos caracóis continuam, vindo de "MARROCOS", existem empresários portugueses que facturam mais de 1.000.000,00 (um milhão de euros) anuais com estes pequenos invertebrados.

Esta espécie "marroquina de caracóis", não merece a concorrência portuguesa, devido os baixos preços de comercialização e também lembramos que esta espécie de caracóis marroquinos, são mais vorazes sexualmente e aliado ao clima de Marrocos a sua reprodução é mais rápida.

Os caracóis portugueses são maiores, mas menos reprodutivos, mas também são mais saborosos na confecção.

A maior parte deste gastrópode que é fornecido aos restaurantes e cafés do nosso país, não são devidamente controlados e não se sabe ao certo se são saudáveis ou se trazem com eles algum químico anti predadores.

Este é um óptimo negócio para fomentar em Portugal e também para criar legislação através de associações próprias para o efeito.
Portugal pode competir contra os preços mais baixos da concorrência se apostar na qualidade e na saúde do consumidor.
Dizem os conhecedores que o caracol "DO RIBATEJO" é mais saboroso devido ao clima e as pastagens.

PS.
Por outro lado, há criadores marroquinos que dizem que são feitas regularmente análises sanitárias para garantir a qualidade dos animais. Transportados vivos até Portugal. Eles são transportados em camiões frigoríficos.
Dizem que os caracóis são fiscalizados pelas autoridades sanitárias em Tanger e em Algeciras (Espanha).
Resta-nos acreditar que sim, mas existem dúvidas por parte de muitos consumidores, que são chegados aos importadores. Alguns compradores acham estranho que alguns fornecedores trazem os caracóis sem qualquer rótulo, origem nem definições.
Até o momento, parece que ninguém sofreu qualquer envenenamento ou teve que fazer uma lavagem ao estômago.


"É PRECISO PROTEGER OS RECURSOS"
A apanha de caracóis nos campos foi há muito ultrapassada pelas importações de países como Espanha, Marrocos ou Tunísia. Hélder Spínola, líder da associação ambientalista Quercus, diz que as espécies que vivem em meio selvagem que são comercializadas em Portugal não garantem a sustentabilidade do mercado. “O Estado deveria proteger os recursos naturais, como é o caso do caracol, com mais cuidado. Não existe fiscalização desta actividade em Portugal e era importante que isso acontecesse. Não há limites em relação às quantidades que podem ser apanhadas.”

Spínola alerta ainda para o risco da contaminação dos animais por pesticidas: “Há muito pouca informação sobre o uso de químicos nos campos.”

Quanto ao comerciante de caracóis em Portugal, está sujeito á muitos factores que podem ou não aumentarem o lucro.
O caracol está disponível no mercado nos meses de MAIO, JUNHO, JULHO e AGOSTO. No inicio o preço de mercado é mais baixo e com hipóteses de negociar preço e quantidade, no último mês a produção já está em baixa e a oferta é menor, isto faz com que os preços aumentem para todos e acaba por pesar no bolso do cliente final.
Por sua vez, as chuvas nestes meses, é bom para o caracol, mas é mau para quem vende, pois afasta os clientes.




Existem vários preços praticados no mercado e a ideia não é levar muito caro, mas fazer o cliente tomar uma boa quantidade de bebidas frescas, no caso à “IMPERIAL”.
negócios de caracóis
Imagem original: madeinportugal

Normalmente, o comprador paga a quantia de 2,50 euros o quilograma de caracóis e vende o pratinho na casa dos 3,00 aos 3,50 euros e à travessa 5,00 euros. Podemos dizer que num lugar de passagem, o lucro é fabuloso. Em certas zonas, ainda há outro tipo de negócio, o dono do estabelecimento é abordado pelo cidadão comum, que vende os caracóis aos 2,00 euros o quilo e sem factura, isso aumenta substancialmente o lucro.
O segredo de um bom petisco é sem dúvida o tempero. Existem mais de 1000 maneiras de fazer caracol, mas cada casa têm a sua, sabemos apenas que além dos ingredientes correntes, a malagueta e a água mineral é uma delas, os outros segredos, cabem vocês descobrirem ou inventarem.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Os caracóis

Imagem original: carlosalberto0

Os caracóis podem ser encontrados nos jardins, hortas e pomares, pois eles se alimentam de diversos tipos de plantas. As poucas espécies carnívoras alimentam-se de minhocas, ou de outros caracóis e lesmas. Os caracóis terrestres são encontrados em ambientes de solo húmido, não encharcado, e são difíceis de ser observados durante o dia, pois, 99% de suas actividades ocorrem durante a noite. Duas a três horas após o anoitecer os caracóis já podem ser observados em actividade.

Muitas das espécies de caracóis são comestíveis. Em escavações arqueológicas, foram encontradas conchas de caracóis assadas, indicando que o homem utiliza estes animais como alimento desde a pré-história. Como exemplo de caracol comestível, cita-se o escargot (Helix aspersa ou Helix pomatia).

Os caracóis são muito consumidos em França. O caramujo-gigante-africano (Achatina fulica), cujos adultos chegam a medir entre 15 e 20 cm de altura, 10 a 12 cm de comprimento e chegam a pesar cerca de 200 g, é apreciado em muitos países.

Esta espécie, que foi introduzida em diversos países pelo próprio homem, tornou-se uma praga de diversas culturas, jardins e hortas. O caramujo-gigante-africano, em vida livre, transmite o verme Angistrongylus cantonensis, que causa a angistrongilíase meningoencefálica, doença que acomete o sistema nervoso central.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Etapas do negócio de vendas do caracol


Processo para a venda do produto, no caso "caracol". (grandes empresários)
1º • Contacto com o cliente.
2º • Enviar a amostra.
3º • Receber o pedido com as condições de venda.
4º • A abertura da carta de crédito pelo importador.
5º • Colecta do caracol e selecção
6º • Transferência do caracol e materiais de embalagem para a unidade de transformação.
7º • Processamento (lavagem, escolha e desinfecção, pré-cozidos, congelados e pesados).
8º • A embalagem a vácuo em sacos de 5 quilos e acondicionadas em caixas de papelão.
9º • Desembaraço Aduaneiro (Alfândega).
10º • Inspecção do produto.
11º • Transferir o produto acabado para o porto.
12º • Transporte e entrega de documentos para o banco correspondente.
13º • Colecta da conta no prazo estipulado na carta de crédito.
14º .Garantia de devolução no prazo estipulado.

Projecto Caracol


Imagem original: correiogourmand

Após concluir estes blogs e apresentar o meu projecto ao meu formador, simplesmente abandonei estes blogs. O tempo passou sem qualquer alteração, até que um dia comecei a ver à minha caixa do correio que já tinha mais de 2.500 mensagens, nas quais muitas eram de pessoas a me perguntarem sobre "CARACÓIS", sendo assim resolvi responder os "mails", com algum atraso e retomar a direcção do blog.


Antes de lerem: Quero avisar que eu não sou uma Empresa e estes blogs embora pareçam, não é real: A única coisa real aqui é os estudos e a facilidade com que se criam os caracóis. Este estudo deve-se ao meu trabalho de pesquisa e desenvolvimento nas diversas áreas do Marketing. (isto é um trabalho de Marketing).


Fico feliz por todos aqueles que leram o meu artigo e estudo sobre os caracóis, mas devo dizer que este blog é um duplo blog e têm ligação a outro blog através de uma imagem na lateral direita.


Este blog foi um trabalho desenvolvido na área de Marketing e no estudo de mercado. Foram, também pesquisadas e estudada formas de criação de caracóis em cativeiro.


Através de algumas práticas simples são possíveis desenvolver um óptimo negócio de subsistência com poucos custos e com reciclagem de materiais encontrados no lixo.


Quem quiser voar mais alto e investir à sério, têm que investir forte na pesquisa e na reprodução. É bom dizer que "os caracóis" são um negócio de baixo custo e promete um bom retorno, depende do terreno e da força de trabalho de cada um.


Embora estes “bichinhos” pareçam frágeis, não são: são muitos resistentes e quando comem, comem mesmo. Para a sua resistência é fundamental o calor do sol, pois o calor e a vida ao ar livre contribuem para a rigidez da sua casca e para o seu desenvolvimento.


Eles gostam de passarem o seu tempo agarrados a chapas de madeiras, plásticos rijos e materiais resistentes onde possam usufruir do calor do sol e ao mesmo tempo se protegerem do mesmo, É muito importante a humidade no local, eles gostam de hortaliças e alguns legumes e de mato em geral.



Veja também a continuação deste blog que é uma empresa fictícia, apenas para à conclusão das ideias.









Aqui nestes blogs encontram-se as ligações para Empresas produtoras, mas aviso já que são muito poucas e que a maioria dos caracóis consumidos no litoral português vem de Marrocos e não têm qualquer controle que garantam à qualidade dos mesmos.



Um abraço.